
Para completar o homem. Deus a fez mulher. Mas para participar do milagre da vida. Deus a fez mãe.
Para liderar uma casa. Deus a fez mulher. Mas para edificar um lar. Deus a fez mãe.
Para estudar, trabalhar e competir. Deus a fez mulher. Mas para guiar a criança insegura. Deus a fez mãe.
Para os desafios da sociedade. Deus a fez mulher. Mas para o amor, a ternura e o carinho. Deus a fez mãe.
Para fazer qualquer trabalho. Deus a fez mulher. Mas para embalar um berço e construir um caráter. Deus a fez mãe.
Para ser princesa. Deus a fez mulher. Para ser rainha. Deus a fez mãe.
Mamãe, você é o mais lindo presente de Deus para mim, e eu, quero ser uma dádiva de Deus para você.
(Autor Desconhecido)

Depois de 21 anos de casado, descobri uma nova maneira de manter viva a chama do amor.
Há pouco tempo decidi sair com outra mulher. Na realidade foi idéia da minha esposa.
Você sabe que a ama - disse-me minha esposa um dia, pegando-me de surpresa. A vida é muito curta, você deve dedicar especial tempo a essa mulher... Mas, eu te amo , protestei à minha mulher. Eu sei, mas você também a ama. Tenho certeza disto.
A outra mulher, a quem minha esposa queria que eu visitasse, era minha mãe, que era já viúva há 19 anos, mas as exigências do meu trabalho e de meus 3 filhos, faziam com que eu a visitasse ocasionalmente.
Essa noite a convidei para jantar e ir ao cinema. O que é que você tem? Você está bem?... perguntou-me ela, após o convite. Minha mãe é o tipo de mulher que acredita que uma chamada tarde da noite, ou um convite surpresa é indício de más notícias.
Pensei que seria agradável passar algum tempo contigo disse-lhe, só nós dois, o que acha?
Ela refletiu por um momento. Me agradaria muitíssimo disse-me sorrindo.
Depois de alguns dias, estava dirigindo para pegá-la depois do trabalho, estava um tanto nervoso, era o nervosismo que antecede a um primeiro encontro e, que coisa interessante, pude notar que ela também estava muito emocionada. Me esperava na porta com seu casaco, havia feito um penteado e usava o vestido com que celebrou seu último aniversário de bodas. Seu rosto sorria e irradiava luz como um anjo.
"Eu disse para minhas amigas que ia sair com você, e ficaram muito impressionadas", comentou enquanto subia no carro.
"Elas nem podem esperar para escutar a respeito de nosso passeio.
Me aguardam amanhã"
Fomos a um restaurante não muito elegante, mas aconchegante.
Minha mãe segurou no meu braço como se fosse "a primeira dama". Quando nos sentamos, tive que ler para ela o menu. Seus olhos só enxergavam grandes figuras.
Quando estava pela metade das entradas, levantei os olhos e notei que mamãe, que estava sentada do outro lado da mesa, me olhava fixamente.
Um sorriso nostálgico se delineava nos seus lábios. Era eu quem lia o menu quando você era pequeno - disse-me. Então é hora de relaxar e me permitir devolver o favor -respondi.
Durante o jantar tivemos uma agradável conversa; nada extraordinário, só colocando em dia a vida um para o outro. Falamos tanto que perdemos o horário do cinema.
Sairei contigo outra vez, mas só se me deixares fazer o convite, disse minha mãe quando a levei para casa. Concordei.
Como foi teu encontro quis saber minha esposa quando cheguei àquela noite. Muito agradável... muito mais do que imaginei... Dias mais tarde minha mãe faleceu de um enfarte fulminante, tudo foi tão rápido, não pude fazer nada.
Depois de algum tempo recebi um envelope com cópia de um cheque do restaurante de onde havíamos jantado minha mãe e eu e uma nota que dizia: "O jantar que prometi paguei antecipado, estava quase certa de que poderia não estar ali, por isso paguei um jantar para ti e para tua esposa. Jamais poderás entender o que aquela noite significou para mim. Te amo".
Nesse momento compreendi a importância de dizer a tempo: "TE AMO" e de dar a nossos pais o espaço que merecem, principalmente sendo mais tolerantes, pois a idade já chegou para eles como chegará para nós e, acima de tudo, respeitando-os sempre.
Dedique tempo a eles, porque eles não podem esperar.
(Autor Desconhecido)

Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar; e o atender melhor é do que a gordura de carneiros (1 Samuel 15:22)
Recentemente li o relato acerca da origem do dia das mães nos EUA. Uma mulher que se sentia culpada por não ter apreciado e honrado suficientemente sua mãe enquanto esta vivia, procurou compensar sua negligência levando toda uma nação a festejar o dia das mães. Essa idéia foi amplamente apoiada, de modo que em 1914 o segundo domingo de maio entrou para o calendário oficial como o Dia das Mães. Desde então, milhares de pessoas comemoram esse dia oferecendo presentes para elas. Será que também desejam reparar assim um pouco da falta de amor, de apreço e de obediência?
Em todo caso, existem pessoas que querem agradar a Deus dessa mesma maneira quando a consciência lhes incomoda. Mas isso é inaceitável. Ele não Se deixa enganar por nossas boas obras. Quando nos exige obediência e nós, Suas criaturas, não O respeitamos, vivendo de acordo com nossa própria vontade, então nos tornamos culpados.
Como podemos escapar dessa situação diante de Deus? Fazendo o que Ele nos ordena. “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9). Só então experimentaremos o fato de que “Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8).
Se queremos agradar a Deus, somente poderemos fazê-lo crendo no Senhor Jesus como nosso Salvador pessoal e obedecendo todos os Seus ensinamentos e instruções.
Texto: Extraído do devocional Boa Semente

Neste segundo domingo de maio celebramos o dia das mães. Para muitos a data expressa saudades daquela que já se foi! O dia das mães sem a mamãe para dar um abraço é mesmo muito triste!
Mas nem todos os que ainda podem abraçar a sua mãe neste dia o fazem. Alguns há (acreditem!) que até se esquecem de suas mães... não apenas "no seu dia", mas em todos os dias! Há mães abandonadas em asilos... Há também mães abandonadas dentro de suas próprias casas... Solitárias e carentes de um abraço de filho, de um beijo, de atenção! O ser humano consegue às vezes ser mais animal do que humano, por isso não é raro ver mães chorando porque seus filhos se tornaram indiferentes ao seu amor dedicado e abnegado.
Quando lemos a Bíblia também vemos o Deus, Soberano e Senhor sobre todas as coisas, clamando para que Seus filhos se apercebam que se tornaram indiferentes ao Seu amor eterno e incondicional: "Ouvi, ó céus, e dá ouvidos, ó terra, porque o SENHOR é quem fala: Criei filhos e os engrandeci, mas eles estão revoltados contra mim. O boi conhece o seu possuidor, e o jumento, o dono da sua manjedoura; mas Israel não tem conhecimento, o Meu povo não entende." (Isaías 1.2-3).
Não podemos, contudo, ser ingênuos e conceber que as mães possuem um amor incondicional e perfeito. Mesmo algumas mães abandonam seus rebentos. Só Deus ama de forma eterna, perfeita e incondicional.
Há muitos que neste dia estão com o coração machucado porque foram vítimas da atroz rejeição por parte de suas mães. Não podemos? idolatrar? o amor materno entendendo-o com mais perfeito que conhecemos. É certo que o amor de mãe é instintivamente abnegado, mas isso não o torna perfeito. Inclusive as mães abandonam seus filhos à própria sorte. Talvez esta tenha sido a experiência do Salmista quando escreveu: "Ainda que meu pai e minha mãe me abandonem, o SENHOR cuidará de mim" (Salmo 27.10 ? NTLH: Nova Tradução na Linguagem de Hoje).
Somente o amor de Deus é incondicional e eterno: "Eu sempre vos amei e continuo a mostrar que meu amor por vocês é eterno". (Jeremias 31.3 - NTLH: Nova Tradução na Linguagem de Hoje). Tal compreensão do amor de Deus é terapêutica: cura as mais profundas e dolorosas feridas que a rejeição, o abandono e o fracasso nos trazem.
Tais reflexões sobre o amor de mãe são importantes para nós! Acima de tudo porque somos desafiados a amar e demonstrar o amor a estas lindas mulheres que cuidaram (e cuidam) de nós com tanto carinho e entrega. Somos desafiados a amar inclusive àquelas que, talvez, por terem faltado-lhes amor, não souberam amar a seus filhos como deveriam. O amor de Deus, contudo, sempre nos faz ir além... Amamos as pessoas não porque elas são perfeitas, mas porque Deus as ama. E não somente isso! Amamos as outras pessoas, mesmo que falhem conosco, porque reconhecemos que Deus nos ama mesmo que falhemos com Ele. O princípio é claro: Não podemos negar aos outros aquilo que Deus não nos nega. Creio que está é grande a lição que podemos aprender neste dia das mães!
Que Deus nos abençoe!
Texto: Ézio Martins de Lima

Antes de ser mãe eu fazia e comia os alimentos ainda quentes. Eu não tinha roupas manchadas. Eu tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama. Eu não me esquecia de escovar os cabelos e os dentes.
Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia. Eu não tropeçava em brinquedos
nem pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não. Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe ninguém vomitou nem fez xixi em mim, nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.
Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos. ... eu dormia a noite toda ...
Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer testes ou aplicar injeções. Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam. Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha. Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela. Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não pude estancar uma dor. Eu nunca imaginei que uma coisinha tão pequenina pudesse mudar tanto a minha vida. Eu nunca imaginei que pudesse amar alguém tanto assim. Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo. Eu não conhecia a felicidade de alimentar um bebê faminto. Eu não conhecia esse laço que existe entre a mãe e a sua criança. Eu não imaginava que algo tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.
Antes de ser mãe eu nunca me levantei à noite a cada 10 minutos para me certificar de que tudo estava bem. Nunca pude imaginar o calor, a alegria, o amor, a dor e a satisfação de ser uma mãe. Eu não sabia que era capaz de ter sentimentos tão fortes.
Por tudo e, apesar de tudo, obrigada, Deus, por eu ser agora um alguém tão frágil e tão forte ao mesmo tempo.
Obrigada Deus por permitir-me ser Mãe!
Texto: Silvia Schmidt
Era Dia das Mães e a menininha teve a brilhante idéia de preparar um café da manhã surpresa para sua mãe.
Correu para a cozinha ainda antes das sete horas da manhã, montou a bandeja levinha sobre a mesa, desceu da cadeira e ficou pensando no que ia preparar primeiro.
- Já sei! Mamãe gosta de café com leite!
Mas ela não sabia fazer café, tampouco sabia abrir a caixinha de leite para colocá-lo na xícara. Então descartou a idéia.
Pensou mais um pouco.
- Alguma coisa pra ela comer... Torradas!
Mas ela não sabia mexer na torradeira. Desanimou. Não sabia cortar pão. Não sabia cortar frutas. Não sabia espremer laranja pra fazer um suco.
O que ela ia servir para a mãe, afinal?
Ela pegou uma florzinha de plástico, colocou dentro de um copo e levou o copo até a bandeja. Apanhou a bandeja e seguiu até o quarto da mãe.
As luzes da manhã já haviam despertado a mãe, que estava prendendo os cabelos para se levantar. Ficou surpresa e sorriu ao ver a filhinha de tão pouca idade carregando aquela bandeja grande e vazia para perto da cama.
- Eu não sei fazer tudo o que você gosta, mamãe. Mas eu fiz o que eu sabia. Olha! Eu trouxe a bandeja!
Deixe que sua mãe saiba que você a ama e é grato(a) por toda a dedicação com que ela sempre cuida de você. Esteja lá! Com o seu amor, seus abraços e seus beijos, esteja lá!
Que Deus abençoe a todas as mães!
Texto: Jacqueline Collodo Gomes

Mãe, só tem uma, como se costuma dizer. E nem precisa mais. Sua figura é tão marcante na família que o próprio Senhor se fez carne através de uma. Em qualquer cultura - e a cristã não é exceção -, a maternidade é encarada quase como um ministério, um sacerdócio. Por isso mesmo, também é uma missão complexa, e mesmo a mais consagrada das mulheres precisa do auxílio da Palavra de Deus para cumpri-la bem. Muitas delas encontram uma boa referência na pessoa da mãe do Salvador: ainda que o protestantismo e o catolicismo mantenham algumas divergências sobre o papel de Maria, todas as vertentes do cristianismo concordam que ela foi um exemplo de cuidado, dedicação, responsabilidade e, naturalmente, de amor.
Os princípios cristãos para a maternidade devem ser analisados de forma contextual, mas suas características básicas, como a capacidade de se doar em favor dos filhos, ultrapassa a dimensão do tempo.
A figura da mãe pode ser sintetizada pelo exemplo de Ana em I Samuel: uma mulher estéril que se torna fértil a partir de um encontro terapêutico com Deus e, por isto, entrega este filho para servir ao Senhor. É o exemplo de uma mulher que experimenta a superação de suas limitações por ter "derramado a sua alma perante o Senhor". Uma mulher que ama este filho, mas não de forma possessiva e egoísta. Ela se dispõe a doá-lo para Deus para que ele possa cumprir a vocação para a qual Deus o chamou. Ela continua expressando o seu amor, manifesto através da túnica que tecia para ele ano após ano, e continua se doando sem cobrança nem controle. Assim, nós, mães, somos chamadas a abrir mão de nossas expectativas pessoais para que nossos filhos se sintam livres para desenvolver o potencial que Deus lhes deu, em vez de atender os nossos desejos. O amor materno é um aprendizado para o amor ágape, o amor de Deus que escolhe amar incondicionalmente.
O nascimento de Jesus certamente contribuiu para valorizar a figura da mãe. Houve até uma tentativa de exaltação de Maria, que imediatamente foi redirecionada por Jesus: "Bem-aventurados são os que ouvem a palavra de Deus e a guardam" (Lucas 11.27-28). É interessante notar que, no imaginário popular, Maria é vista como uma figura apagada, passiva, quieta, que sofre calada. Na realidade, ela foi uma mulher valente, corajosa, determinada, que ajudou Jesus a dar o primeiro passo na sua missão pública em Canaã e o acompanhou até a cruz. Seu cântico revela uma mulher bem informada, espiritualmente madura, consciente da revolução de valores que a vinda do Messias iria provocar. Com Maria, somos desafiadas novamente a ser facilitadoras da obra que Deus quer realizar em nossos filhos e através deles. Certamente, a intimidade que Jesus desenvolveu com Deus foi grandemente influenciada pelo exemplo de sua mãe, que pronunciou uma das respostas mais sublimes a Deus: "Que se cumpra em mim conforme a tua palavra", isto é, ofereço-me inteira, até o que tenho de mais íntimo: o meu útero.
Precisamos lembrar que os filhos não nos pertencem. Eles nos foram confiados para encaminhá-los para a vida. Como flechas na mão do arqueiro, cabe a nós dar-lhes direção e impulso para desabrocharem e ocupar o seu lugar único no mundo. Lembro uma palavra de sabedoria proferida pela mãe de Martin Luther King quando lhe perguntaram que educação ela deu ao filho para ele se tornar uma pessoa tão significativa. Ela respondeu, com humildade: "Procurei dar-lhe raízes e asas!" É isto: carinho, sentimento de pertencer e autonomia, liberdade para voar longe, sem culpa.
Ser mãe cristã no mundo de hoje é, em primeiro lugar, fazer uma escolha. A medicina nos dá a oportunidade de determinar se queremos ter filhos, quantos e em que época. Isto é um privilégio que aumenta ainda mais a nossa responsabilidade. Penso que ter um filho é assumir a tarefa de participar da formação desta criança até ela ser capaz de caminhar emocionalmente e espiritualmente sozinha. Isto requer muita dedicação nos primeiros anos de vida, que são comprovadamente os mais influentes. Significa ainda ajudar esta criança a desenvolver o seu potencial, reconhecendo e valorizando os talentos e dons que Deus lhe deu. Somos também chamados a ajudá-los a amar a Deus acima de todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo. Isto se dá com o exemplo de vida que precisa ser coerente com aquilo que pregamos.
A principal deficiência de uma mãe é olhar para o filho como um fardo, seja porque ela se exige perfeição, seja porque tem outras prioridades. As mulheres precisam redescobrir o privilégio da maternidade, de poder desenvolver-se afetivamente através desta relação e ser um instrumento da graça de Deus na vida desta criança. Podemos olhar para o filho como um mestre que nos ensina tantas lições essenciais. Para aquelas que não podem ter filhos, eu diria que existem muitas formas de ser fértil e expressar o amor de Deus.
Texto: Isabelle Ludovico da Silva

De todos os dias do ano, um deles foi escolhido para te homenagear. Isso não quer dizer que nos demais 364 dias você não mereça toda a nossa admiração, carinho e amor, mas, simplesmente, um dia especial em que todos paramos pra dizer o quando és especial em nossas vidas.
Obrigada mãe por está sempre ao meu lado, seja para me acalentar, cuidar e até mesmo para me chamar atenção e repreender quando errei.
Obrigada pelas noites em que passou ao pé da minha cama, vigiando para que a febre não voltasse ou para que eu não ficasse sem teus cuidados quando as crises de asma me acometiam durante a madrugada... obrigada por todas aquelas noites em que ficou sem dormir...
Obrigada por todas as renuncias que fez para me dá o melhor.
Obrigada pelo exemplo de mulher, de fé, de amor.
Obrigada pelas madrugadas de oração que hoje te trazem marcas nos joelhos. Eu bem sei que minhas vitórias são frutos destas orações.
Obrigada por está ao meu lado nos momentos difíceis, por me tranqüilizar com suas sábias palavras e deitada ao teu colo, passando a mão em meus cabelos me fazer sentir tão amada.
Poderia passar dias e dias aqui listando por tudo que a ti sou grata, mas vou resumir dizendo simplesmente, OBRIGADA, obrigada por ser exatamente como é. Serva fiel do Senhor, Mulher virtuosa, que desde cedo me ensinou a buscar e confiar em Deus.
Agradeço a Deus por sua vida. Saiba que TE AMO imensamente!
Hoje comemoramos o dia das mães! E nesta data tão especial quero parabenizar não só a minha, mas a todas as mães que são bênçãos na vida dos filhos. Que Deus as abençoe grandemente e lhes recompensem, pois só Ele pode, por tudo que tens feito.
Lilian

A professora distribuiu entre os alunos da primeira série papéis coloridos e vários lápis de cor para fazerem um cartão especial de Dia das Mães. Instruiu os alunos a desenharem um coração no centro do cartão e o colorirem de vermelho, representando o amor que sentiam por suas mães.
Um dos desenhos chamou sua atenção enquanto passava entre as carteiras para acompanhar o trabalho dos pequenos. O aluno calcava com capricho o lápis sobre o papel, preenchendo todo o coração com o lápis roxo. Pacientemente ela se abaixou para falar com ele. - Você não tinha entendido quando expliquei para pintarem o coração de vermelho, simbolizando o amor?
- Eu entendi sim, professora. - respondeu o menino.
- Então por que pintou o coração de roxo?
- Porque roxo é a cor que minha mãe mais gosta, e eu quero dar pra ela de presente o meu amor na cor que ela mais gosta!
Agradar alguém é tão simples e tão necessário!
Basta um tanto de sinceridade e outro tanto de atenção para agradar e alegrar um coração de verdade.
Nessa matéria as mães são campeãs. Elas se desdobram para nos agradar, para descobrir o que gostamos e nos fazer surpresas.
Precisamos retribuir às nossas heroínas do lar, por tudo o que fazem por nós. Elas também são mulheres, pessoas, que esperam ter suas necessidades percebidas e supridas. Vamos fazer nossas mães felizes como elas nos fazem!
Demonstrar amor pelos outros é tão importante quanto é para nós sabermos e sentirmos que somos amados.
Pratiquemos para recebermos de volta.
(Autor Desconhecido)

Que honra conhecer uma mulher tão extraordinária! Capaz de se doar quando for preciso, de se anular, de viver mais pelos outros do que por si mesma.
Você é muito corajosa! Lança os filhos à vida e fica na torcida de que eles se saiam bem e encontrem o caminho em Deus.
Você é a coluna do seu lar. Seus filhos precisam muito de você, embora não expressem com freqüência. Seus filhos não se esquecem de você, embora esqueçam de dizê-lo.
Você tem um dos exemplos mais bonitos de altruísmo, perdoando a ingratidão e as palavras ditas pelos filhos em momentos de frustração para não permitir que a família se separe.
É através de você que a vida acontece!
Obrigada por ser mãe! Obrigada por nos dar a vida!
Embora não expressemos a todo tempo, queremos viver por muitos anos eu seu lado, mãe e amiga querida!
(Autor Desconhecido)

“E deu o homem o nome de Eva a sua mulher, por ser a mãe de todos os seres humanos”
(Gênesis 3. 20)
Ao longo da História bíblica encontramos belos exemplos de muitas mulheres que deram excelente testemunho do significado de ser mãe. A Bíblia Sagrada registra, logo em suas páginas iniciais, a citação do nome da primeira mãe da raça humana. Eva foi aquela que inaugurou a maravilhosa graça da concepção. Teve a responsabilidade de ser a primeira a acalentar nos braços uma criança nascida de seu ventre.
Joquebede, por exemplo, foi uma mãe protetora e confiante. Quando vigorava a terrível determinação faraônica de que fossem mortos todos os meninos dos hebreus que nascessem naqueles dias, ela tomou o seu recém–nascido, cuidadosamente deitou-o num pequeno cesto e colocou no rio Nilo. Ela cria que acima de suas frágeis mãos estavam as mãos poderosas de Deus para protege-lo e guardá-lo de todo mal. Nenhuma mal lhe sucedeu, muito pelo contrário, o pequeno Moisés foi criado na casa daquele que havia dado a ordem para a execução dos infantes hebreus. Ironia do destino ou coincidência? Não, simplesmente providência de Deus.
Ana foi aquela que buscou ser mãe. Quando a força da natureza lhe impediu de conceber e ainda enfrentou o preconceito da sociedade e a discriminação da outra esposa de seu marido, ela resolveu buscar a Deus com humildade e sinceridade de coração. Votou e cumpriu. Tudo que ela mais queria era ser mãe e Deus lhe concedeu. Ana é um exemplo de mãe perseverante que ora a Deus.
Poderíamos citar também o exemplo de Maria, uma mãe resignada e forte. Ela aceitou, sem reservas, o plano divino da salvação em sua vida. Ser a mãe do Salvador não foi uma tarefa fácil. Depois de 33 anos em que dedicou o seu carinho, cuidado e amor ao filho, teve de acompanhá-lo de longe em seu terrível martírio. Cada açoite recebido, cada queda sofrida, cada gota de sangue derramada, era uma ferida que sangrava em sua alma. Mas, ela foi suficientemente forte para suportar tamanho sofrimento.
Hoje, comemoramos o dia das mães! Os exemplos aqui mencionados são alguns dos muitos que a Bíblia Sagrada encerra em suas páginas. Queremos nesta data importante e sublime, parabenizar a todas as mães, desejando que Deus as abençoe grandemente a cada dia. São os votos a todas as nossas mães.
(Autor: Pr. Raimundo Leal Neto)

Bem-aventurada a mãe que confia no Senhor, que se compraz na observância da Lei Divina.
Retos serão seus filhos; ela se alegrará com a sua posteridade.
Há amor e generosidade no seu coração; seu exemplo permanecerá para sempre.
Nas trevas surgiu uma luz; a mãe nela se ilumina e por isso é misericordiosa, é compassiva, é boa.
Bem-aventurada a mãe que compreende os seus e os ouve; ela ensinará, ela conduzirá seus conselhos com prudência, porque se inspira em Deus.
A lembrança da cruz lhe está sempre presente; apoiada nela não temerá ouvir notícias funestas.
A sua alma está sempre disposta a confiar no Senhor.
Fortalecido pela comunhão diária, seu coração nunca será abalado.
Distribui, dá aos pobres; atende a tudo e a todos.
Seu sorriso permanente vence todos os dissabores. A sua alegria será exaltada a glória.
Bem-aventurada a mãe em cujo seio palpita o próprio Deus.
Seus dias são um Natal perene. O Cristo ressurge em cada ato seu.
Mãe. Que Deus abençoe a cada dia de sua vida!
(Autor Desconhecido)

Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito.
Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu:
Cortar a grama do jardim: R$3,00
Por limpar meu quarto esta semana: R$1,00
Por ir ao supermercado em seu lugar: R$2,00
Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras: R$2,00
Por tirar o lixo toda semana: R$1,00
Por ter um boletim com boas notas: R$5,00
Por limpar e varrer o quintal: R$2,00
TOTAL DA DÍVIDA: R$16,00
A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou o lápis e no verso da mesma nota escreveu:
* Pelos problemas e pelos prantos que me causastes: NADA
* Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida: NADA
* Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti: NADA
* Pelo medo e pelas preocupações que me esperam: NADA
* Por comidas, roupas e brinquedos: NADA
* Por limpar-te o nariz: NADA
* CUSTO TOTAL DE MEU AMOR: NADA
Quando o menino terminou de ler o que sua mãe havia escrito tinha os olhos cheios de lágrimas. Olhou nos olhos da mãe e disse: - Eu te amo, mamãe!!!
Logo após, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme: "TOTALMENTE PAGO".
(Autor Desconhecido)
